Estudo aprofundado sobre a pessoa de Jesus Cristo, Sua natureza divina e humana, Sua obra redentora na cruz e a doutrina da salvação.
Procura-se neste documento expor o leitor a um resumo de pesquisas referente ao estudo das passagens bíblicas fundamentais na temática de cristologia e soteriologia, bem como um tratamento teológico sistemático dos conceitos pertinentes. O aluno utilizará três livros textos e a apostila, bem como leituras à parte em regime de pesquisa individual.
Cristologia refere-se ao estudo referente a Jesus Cristo — sua pessoa e sua obra. Tratar-se-á as temáticas da teologia sistemática bem como passagens bíblicas essenciais referentes à temática, bem como o dilema do porquê da morte de Jesus na cruz.
Soteriologia refere-se ao estudo referente à salvação. Tratar-se-á passagens bíblicas essenciais referentes à temática, bem como os termos bíblicos principais relacionados e empregados em tratamento da questão.
João Batista não compreendia como seria o messias (Mateus 11.1-6 e Lucas 7.18-23) e nem mesmo os discípulos de Jesus, o que fica claro com a fuga deles no momento de sua morte. Um profeta era aquele que falava por Deus — portavoz. Jesus atuava conforme o conceito de um “profeta verdadeiro, desafiando as injustiças de estruturas de poder política e religiosa”.
"E, indo a caminho, aconteceu que, ao aproximar-se de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu. E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?"
Atos 9:3-4Deus agiu em Cristo por amor para restaurar a humanidade ao Seu propósito original (Érickson, 275). Jesus demonstra autoconsciência de ser Deus pelas prerrogativas divinas que reclama, feito claro nas reações dos Seus adversários que vieram acusá-lo de fazer-se Deus (Érickson, 276-277).
Em sua morte, Cristo (1) deu-nos um exemplo perfeito do tipo de dedicação que Deus deseja de nós, (2) demonstrou a grande extensão do amor de Deus, (3) Salientou a seriedade do pecado e a severidade da justiça de Deus, (4) triunfou sobre as forças do pecado e da morte, libertando-nos de seus poderes, e (5) ofereceu satisfação ao Pai por nossos pecados (Érickson, 325).
No tratamento das teorias de expiação, é importante realçar as posições extremas de cada conceito. A teoria sociniana tem alguns elementos positivos e bíblicos que devem ser mantidos, mas não a formulação extrema isolada. A teoria de influência moral tem peso de certos elementos bíblicos e aspectos positivos que devem ser respeitados, porém não a formulação extrema, como o pecado ser apenas “uma doença da qual precisamos ser curados”.
A morte de Jesus tem vários sentidos que não se reduzem a uma só expressão. De certo, o evangelho pregado por Jesus já está embutido no Antigo Testamento, mas na encarnação, ministério e morte de Jesus o evangelho é clarificado e o ser humano é forçado a se posicionar.
Foi necessário que Deus “criasse carne”, vivesse entre nós, sofresse, morresse e fosse ressuscitado para nos salvar. Isso porque: 1) foi necessário o homem perceber de forma clara o grande amor de Deus; 2) foi necessário o homem reconhecer de forma clara a seriedade do seu pecado; 3) foi necessário clarificar que nenhum sacrifício animal poderia ser eficaz para a expiação.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."
João 3:16Que possamos conhecer a Cristo não apenas com a mente, mas com o coração.